15/04/2026 14:47 Há 2 meses

Mato Grosso do Sul pode ter três mulheres como deputadas federais



Mara Caseiro, Isa Marcondes e Rose Modesto despontam e aparecem como nomes fortes

BASTIDORES DA POLITICA

Uma movimentação que começa a ganhar força nos bastidores da política sul-mato-grossense aponta para um possível crescimento da representatividade feminina na bancada federal. Com a aproximação do próximo pleito, três nomes femininos surgem como protagonistas e com reais chances de conquistar espaço em Brasília.

A deputada estadual Mara Caseiro aparece como um dos nomes em ascensão. Com forte presença no interior e articulação consolidada em diversos municípios, a parlamentar trabalha nos bastidores mirando voos mais altos. A expectativa é de que dispute uma vaga para a Câmara dos Deputados, contando com uma base política já estruturada.

Outro nome que chama atenção é o da vereadora Isa Marcondes, considerada por muitos como um fenômeno político recente no interior do Estado. Com perfil fiscalizador e forte apelo popular, Isa conquistou destaque ao obter a maior votação para a Câmara Municipal de Dourados na última eleição. Desde então, sua visibilidade e alcance vêm crescendo, o que a coloca como uma possível candidata competitiva em uma disputa federal dentro de seu partido.

Já a ex-deputada federal Rose Modesto surge como um nome já consolidado no cenário político. Experiente e conhecida do eleitorado, ela aparece em projeções como uma das possíveis mais votadas, caso confirme candidatura. No entanto, o desafio não será simples: a disputa interna em sua federação tende a ser acirrada, com nomes tradicionais e já estabelecidos na Câmara Federal.

O cenário, ainda em construção, indica que Mato Grosso do Sul pode caminhar para ampliar a presença feminina em sua bancada federal a partir de 2027. Embora o processo eleitoral ainda reserve muitas definições, o protagonismo dessas lideranças já movimenta o tabuleiro político e sinaliza uma possível renovação com maior participação das mulheres.

O que se desenha, desde já, é um ambiente competitivo, com espaço aberto para novas composições e, possivelmente, para uma bancada com mais representatividade feminina no Congresso Nacional.

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