João Henrique Catan abre guerra contra aumento da Cassems e pressiona por CPI na Assembleia
O deputado estadual João Henrique Catan intensificou a ofensiva contra a Cassems após o reajuste aplicado nas mensalidades de cônjuges de servidores estaduais, que segundo denúncias chegou perto de 1.200%. Além de acionar o Ministério Público de Mato Grosso do Sul, o parlamentar voltou a defender a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS).
A proposta, porém, enfrenta resistência da maioria dos deputados estaduais, principalmente da base governista, que tem barrado o avanço da comissão alegando a necessidade de preservar o equilíbrio financeiro do plano de saúde dos servidores. Para abertura da CPI, é necessário o apoio de pelo menos um terço dos parlamentares.
Catan afirma que o aumento compromete diretamente o orçamento das famílias e acusa a direção da entidade de falta de transparência. O deputado pede a suspensão imediata dos novos descontos, investigação sobre a legalidade da medida e abertura de auditorias sobre a gestão da Caixa de Assistência.
O debate ganhou força após servidores relatarem cobranças elevadas para manutenção de dependentes no plano. Enquanto parlamentares da oposição defendem investigação mais profunda, integrantes da base governista afirmam que a diretoria da Cassems possui apoio da maioria dos usuários e que o momento exige diálogo, e não confronto político.
Em meio à pressão, o Tribunal de Contas do Estado (TCE-MS) determinou que a Cassems passe a prestar contas e apresentar relatórios de auditoria referentes aos repasses feitos pelo Governo do Estado. A medida foi vista como uma tentativa de ampliar a fiscalização sem necessidade imediata de uma CPI.
Mesmo diante das resistências, João Henrique Catan mantém a pressão sobre o caso e promete continuar protocolando representações e cobrando explicações públicas sobre os reajustes aplicados aos servidores estaduais.
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