Giane Nogueira fora, Contar e Pollon na disputa.
As declarações recentes do pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, durante agenda em Campo Grande, deixaram mais dúvidas do que certezas entre bolsonaristas em Mato Grosso do Sul — especialmente em relação à disputa pelo Senado.
Um ponto, porém, parece cada vez mais claro: Reinaldo Azambuja hoje ocupa posição de destaque dentro do PL no estado e desponta como principal nome do partido para a corrida à Casa Alta.
A segunda vaga, por outro lado, segue indefinida. Embora o discurso público seja de que a escolha será baseada em pesquisas, nos bastidores há relatos de uma possível preferência do ex-presidente Jair Bolsonaro pelo deputado Marcos Pollon. A sinalização, se confirmada, contraria a inclinação atribuída a setores do partido que veem em Capitão Contar uma alternativa competitiva.
Se antes a disputa era tratada com discrição, agora ganhou as redes sociais. Nesta semana, tanto Pollon quanto Contar intensificaram a presença digital com publicações impulsionadas, evidenciando que a briga pela indicação já começou — e deve se acirrar nos próximos meses.
Enquanto isso, um movimento chama atenção: Giane Nogueira, que chegou a ser citada como nome alinhado ao bolsonarismo, dá sinais de que não seguirá na disputa. A reaproximação com agendas locais, inclusive ao lado do prefeito Marçal Filho, indica mudança de rumo e reforça a percepção de que sua pré-candidatura ao Senado perdeu espaço.
Com esse cenário, Azambuja aguarda a definição de quem será seu parceiro de chapa. A decisão, no entanto, ainda depende de um equilíbrio delicado entre estratégia eleitoral, influência política e, principalmente, o aval do grupo bolsonarista.
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